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NOTICIA

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CPI na Alesp começa a investigar golpes de “pirâmide” financeira


Comissão proposta pelo deputado Altair Moraes terá 120 dias para apurar fraudes envolvendo falsos investimentos em criptoativos e marketing multinível


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) que vai investigar golpes financeiros do tipo “pirâmide” realizou, na quarta-feira (4), sua primeira reunião. O colegiado foi instalado a partir de proposta do deputado estadual Altair Moraes (Republicanos) e terá prazo de 120 dias para conduzir os trabalhos.


A comissão pretende apurar fraudes relacionadas à oferta de falsos investimentos em criptoativos e esquemas de marketing multinível que podem ocultar estruturas de pirâmide financeira. Segundo os parlamentares, esse tipo de golpe costuma atingir principalmente pequenos investidores que têm pouca experiência no mercado financeiro.


Para o deputado Altair Moraes, a falta de informação tem contribuído para que muitas pessoas sejam vítimas desse tipo de crime.


“Por ingenuidade, muitas pessoas têm sido, literalmente, roubadas por meio desses esquemas enganosos. Precisamos promover, por meio do colegiado, ações que levem mais esclarecimento à população e mecanismos para coibir a atuação desses criminosos”, afirmou o parlamentar.


De acordo com o deputado Altair Moraes, a proposta não se limita a uma medida corporativa, mas representa um compromisso do Estado com a preservação da vida de quem esteve na linha de frente contra o crime. “É uma questão de justiça, necessidade e urgência. Precisamos resguardar aqueles que enfrentaram a criminalidade para proteger a população”, destacou.


Como funcionam os golpes


Esquemas do tipo “pirâmide” são modelos de fraude financeira em que os participantes ganham dinheiro principalmente ao recrutar novas pessoas, e não pela venda real de produtos ou serviços.

No topo da estrutura estão os primeiros organizadores ou investidores, que recebem parte do dinheiro pago pelos novos integrantes. À medida que mais pessoas entram no sistema e pagam taxas de adesão ou realizam “investimentos”, os valores são distribuídos entre quem ingressou anteriormente.

O problema é que esse modelo não é sustentável. Para que os pagamentos continuem, é necessário um fluxo constante e crescente de novos participantes. Em pouco tempo, torna-se impossível recrutar pessoas suficientes para sustentar a estrutura.

Quando isso acontece, o esquema entra em colapso e a maioria dos participantes, geralmente aqueles que entraram por último, acaba sofrendo prejuízos financeiros.

Esse tipo de prática é considerada ilegal em diversos países, incluindo o Brasil, por se tratar de fraude contra a economia popular. Em muitos casos, os responsáveis utilizam promessas de lucros rápidos e elevados, depoimentos de supostos investidores bem-sucedidos e estratégias de divulgação nas redes sociais para atrair novas vítimas.



Próximos passos da comissão


A próxima reunião da CPI está marcada para quarta-feira (11), às 11 horas. Na ocasião, deverá ser apresentado o plano de trabalho da comissão e analisados os primeiros requerimentos de investigação.


O deputado Guto Zacarias (União) foi eleito presidente da CPI. Também integram o colegiado os deputados Lucas Bove (PL), Tenente Coimbra (PL), Luiz Claudio Marcolino (PT), Paulo Fiorilo (PT), Dirceu Dalben (PSDB), Fábio Faria de Sá (Pode) e Leonardo Siqueira (Novo).



 
 
 

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